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Quente fico no teu colo.
Breve, belo e inesperado.
Um toque esquecido entre gin tónicos e muito gelo.
Regressar é bom.
Melhor é regressar onde não sabíamos que íamos voltar.
Quente é a palavra que salta dos dedos, é o olhar que se fixa em qualquer lugar… a excitação dupla da pele e dos sentidos.
Sentir apenas.
Podemos ser dois ou mais em busca de uma mesma coisa, mas quando encontramos a temperatura calma, o peito branco e cheio, a mão apertada na nossa… somos só nós.
Um demónio ou outro dentro do armário que se dissolve no ápice do primeiro beijo.
E nós.
A tentar segurar o chão.
A tentar abafar o grito mutante entre a dor, o espanto e o prazer… Resistir ainda era possível!
Quente fiquei no colo que era teu e depois, de sorriso nos lábios, saí.
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