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Pode ser a garrafa de água arrumada inusitadamente ou a ruga no lençol na cama que ainda não se fez. Por vezes nem há vontade de a fazer. É como se a estadia se prolongasse e com isso um pouco da presença se mantivesse. Também há sinais que se encontram sem procurar e marcas que se desprendem de alguns lugares…da memória principalmente! Não se pode dizer que é mau, deve apenas dizer-se que é confortante e que, brevemente, o ritual se repetirá.
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Sublinho, levemente, aquela frase que ouvi. Apenas na memória. E há-de perdurar até que as circunstâncias permitam. Porque é verdade. Porque é assim. Depois há-de esfumar-se entre outras que façam mais sentido e acabará por desaparecer. Não é sempre assim?
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Eu, que nem sempre sou eu (aqui), escrevo hoje sendo mais eu do que nunca.
Releio alguns posts e vejo-me camuflada em várias palavras que, cirurgicamente, escolho. Uma necessidade (algo estúpida) de deixar sempre qualquer coisa por dizer… Freud deve explicar. E eu, com alguma coragem e paciência explico também… mas não hoje! Hoje era só para deixar a palavra inteira:
Amo-te (tanto)!