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Outubro 8, 2007, 3:51 pm
Arquivado em: betesda
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Eu, que nem sempre sou eu (aqui), escrevo hoje sendo mais eu do que nunca.
Releio alguns posts e vejo-me camuflada em várias palavras que, cirurgicamente, escolho. Uma necessidade (algo estúpida) de deixar sempre qualquer coisa por dizer… Freud deve explicar. E eu, com alguma coragem e paciência explico também… mas não hoje! Hoje era só para deixar a palavra inteira:
Amo-te (tanto)!
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Pois, por isso ficaram os livros de lado.
Chamar-se-á “defender”?
Comentário por filinto Outubro 16, 2007 @ 9:14 am