do amor
Novembro 30, 2007, 3:28 pm
Arquivado em: betesda
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Quem ama não pode fugir aos lugares-comuns. É por eles que nos traduzimos.
E eu amo. Com a força tranquila dos dias que passam muito depressa.
São poucos esses dias que tenho para lhe mostrar que o meu corpo é o seu corpo e a minha alma, em sintonia com a sua, é uma voz sossegada…
Nesses dias, há a comunhão dócil dos que se conhecem há muito tempo. Há um entusiasmo quase infantil quando se faz uma coisa qualquer.
E eu sinto-me crescer. Começo a entender os Poetas e a querer ser mulher.
De corpo inteiro.
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