betesda


Maio 29, 2007, 10:57 am
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Todos temos dias invisíveis. Aquelas horas em que o mundo se recusa a olhar para nós ou, pelo menos, é o que sentimos. Procuramos distracções, trabalhamos mais, combatemos com as armas que conhecemos essa sensação (quase sempre errada). Não podemos viver só dias felizes! Precisamos de descer à terra… de vez em quando! Fechamos algumas portas para não sermos incomodados e reduzimos a comunicação ao indispensável. Intimamente, sabemos que brevemente voltaremos a estar visíveis e que o mundo voltará a olhar para nós e por nós! Até já!

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Maio 23, 2007, 10:21 am
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Basta ouvir a voz. O corpo prepara-se logo para o receber. Um espreguiçar felino cheio de intenções. A expressão do que se sente sem se saber dizer. Um tremor sem medo. Uma luz que se acende dentro de si. Apetece inventar novos modos de amar porque os existentes não chegam. É mais que isso. É mais que tudo. É mais que palavras e actos e partilhas e gargalhadas… Apetece inventar novos vocabulários. Apetece estar vivo para sempre!



Maio 10, 2007, 11:27 am
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Qual a probabilidade de sermos felizes? Estaremos demasiado acomodados para procurar melhor? Será que melhor existe? O que é ser feliz? Sós ou acompanhados? Partilhar ou guardar?…

E quando estas perguntas têm resposta rápida sabemos que chegámos lá. Normalmente, sem esforço, sem espera, sem querer… Sem sequer perceber a força que uma energia pode ter! Mas tem e existe e não há nada melhor no mundo!



Maio 9, 2007, 2:05 pm
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O corpo habitua-se às rotinas menos convencionais. Pode queixar-se ao início, mas depois aceita o lhe é dado. Há quem desista de comer. Há quem se exercite demais. Há quem faça da gula o seu pecado maior… e ainda assim, o corpo mantém-se vivo e activo. No amor também.



tempo
Maio 7, 2007, 2:07 pm
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O tempo passa. Baralha e dá de novo. Não se pode adivinhar o que vem a seguir. Desenvolve-se uma disponibilidade mental para a aceitação. Deixa-se a angústia adolescente da antecipação, da ansiedade – só assim se crescerá! Só assim se poderá viver: acolhendo a beleza do tempo que não podemos parar!



bom
Maio 3, 2007, 1:28 pm
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Perder o pé. Ou perder a mão. Aos acontecimentos. Ao destino que se desenrola à nossa frente sem que o possamos parar. Ao contrário do habitual tudo flui. Sensação estranha. Lidar com momentos felizes desgasta. Falta de hábito. Gestão complexa de um optimismo que nasceu algures, há muito pouco tempo. Corre-se até o risco de ficar sem assunto para escrever… As coisas boas nunca deram grandes prosas! O medo, a dúvida, a luta, os dilemas são memórias de incertezas que, invariavelmente, acabariam por se tornar em doses de pequenos sofrimentos. Hoje há, pelo menos, uma certeza! E é mais do que alguma vez esta vida assistiu!…



viver
Maio 2, 2007, 10:36 am
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Propõe-se descobrir tudo. Quer saber como é! Esgotar todas as hipóteses! Passar por várias vidas para saber qual é a sua, afinal. Negar princípios. Escolher errado para chegar ao mais certo: certo de certeza! Mesmo que se abalem fundações, mesmo que haja sofrimento é preciso experimentar para saber como é. E nessas deambulações perigosas nunca se questiona. Aceita apenas. Tem fé que o melhor vai chegar e ficar. Para sempre!