betesda


Novembro 15, 2007, 8:21 pm
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Não sei se sei sonhar.

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dúvida
Novembro 14, 2007, 8:36 pm
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Não sei se sou capaz de dizer tudo o que penso.. nem de escrever sequer! Há ideias que se instalam na nossa cabeça como bombas atómicas e, no fim, após alguma reflexão, não passam de estalinhos de Carnaval. Tavez seja por isso que é preferível deixar passar o tempo e, só mais tarde, falar. Mais sensato é, concerteza! Menos espontâneo, também.

E verdadeiro, será?



2ªs
Novembro 5, 2007, 7:30 pm
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É às 2ªs que tudo pesa mais:a tarde,a noite principalmente… e o silêncio! Entrar numa casa vazia sabe bem, mas só às vezes. Às 2ªs nunca sabe – sabe a solidão, a tarefas inadiáveis porque tem que se inventar qualquer coisa para fazer. Passa-se de um estado de felicidade para um vazio que se enfeita de vida adulta, independente e, de certo modo, fatalista. É um espaço de tempo demasiado curto para regressar ao quotidiano… As 2ªs deviam ser mais suaves, menos dolorosas, mais cheias.



fim-de-semana
Outubro 29, 2007, 3:46 pm
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Pode ser a garrafa de água arrumada inusitadamente ou a ruga no lençol na cama que ainda não se fez. Por vezes nem há vontade de a fazer. É como se a estadia se prolongasse e com isso um pouco da presença se mantivesse. Também há sinais que se encontram sem procurar e marcas que se desprendem de alguns lugares…da memória principalmente! Não se pode dizer que é mau, deve apenas dizer-se que é confortante e que, brevemente, o ritual se repetirá.



mulheres
Outubro 12, 2007, 2:49 pm
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Sublinho, levemente, aquela frase que ouvi. Apenas na memória. E há-de perdurar até que as circunstâncias permitam. Porque é verdade. Porque é assim. Depois há-de esfumar-se entre outras que façam mais sentido e acabará por desaparecer. Não é sempre assim?



!
Outubro 8, 2007, 3:51 pm
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Eu, que nem sempre sou eu (aqui), escrevo hoje sendo mais eu do que nunca.

Releio alguns posts e vejo-me camuflada em várias palavras que, cirurgicamente, escolho. Uma necessidade (algo estúpida) de deixar sempre qualquer coisa por dizer… Freud deve explicar. E eu, com alguma coragem e paciência explico também… mas não hoje! Hoje era só para deixar a palavra inteira:

Amo-te (tanto)!



férias
Agosto 10, 2007, 2:24 pm
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Nas férias estendemos o corpo ao sol, enterramos os pés na areia, mergulhamos um ano de trabalho em água salgada. Nas férias temos muito tempo para nós, pensamos muito, embora quisessemos antes não pensar em nada. Por isso se lê tanto nas férias, para evitar a nossa vida! Será?

Eu vou! …sem livros! 🙂